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Redação | Rafael Pereira
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Redação | Rafael Pereira
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Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
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Agência | Lumen

Manifesto

A gente já viu cachorro ganhar nome de amortecedor, garota se olhar diante do espelho com seu primeiro sutiã, um careca fazer de uma lã de aço o maior fenômeno da propaganda brasileira. Já vimos também uma empresa de cosméticos mostrar a beleza da maturidade, da melhor idade, das diferenças estéticas e da importância da conscientização de uma sociedade que viva a favor do envelhecimento com saúde, alegria, vaidade e satisfação. Vimos uma dupla que dispensa comentários e apresentações transformar um carrasco em herói, pra depois desmascará-lo transformando um VT de um minuto numa aula de criatividade e talento para o mundo inteiro. Sim, assistimos também a fantástica viagem ao mundo de uma máquina de refrigerantes depois que a moeda é depositada. Cacto abraçar bexiga, árvore abraçar machado e até trave correr da bola pra não sofrer o gol. Teve também trio de peixinhos cantando alegremente ao ver o carro passar. É claro, nada de esquecer 1984, simplesmente brilhante, como uma maçã fresca e pronta para ser deliciada pelo planeta. Ah, teve também um cara falando da importância do filtro solar e mais algumas coisas que ele considera importantes para se viver a vida de forma plena. Teve até um comercial pra vender a paz, já que estava tão em falta naquele momento e, infelizmente, nada mudou desde então. Aliás, até piorou. Não que a campanha tenha sido ruim, de jeito nenhum. Mas é que o produto anda sem PDV suficiente e não tem garantia, sua manutenção tem de ser feita pelo próprio consumidor e, isso, ninguém quer. Depois de tanta história, isso não acabaria só em pizza, com guaraná, ou pipoca, com guaraná. Nem terminaria com um tedioso rapaz de pijama que canta, canta e não sai de sua própria cama. Essa história está longe de acabar e com certeza ainda vai nos dar muitas asas.

Eu, você, seus pais, amigos e irmãos vimos pelo menos mais de uma centena de comerciais que marcaram nossa geração e nos fizeram rir, chorar, refletir e é claro, comprar.

De agora em diante tem mais histórias pra contar, mais personagens pra criar e muitas idéias para vender.

Mas agora querem nos calar.

Querem nos calar, pois representamos uma ameaça ao poder supremo. Querem nos fazer acreditar que a nossa atividade dita a conduta da sociedade. Que nosso ofício faz com que crianças desejem e consumam alimentos inadequados, brinquedos perigosos e idéias com poder revolucionário. Querem nos convencer de que somos uma ameaça para o cidadão de bem que, induzido por nossas mensagens, adquire produtos, posturas e comportamentos fora dos padrões pré-estabelecidos. Para eles, somos uma ferramenta importantíssima do poder paralelo que é capaz de, a qualquer momento, oferecer resistência ao império atual. Assim, usam e abusam do domínio adquirido depois de eleitos com, diga-se de passagem, campanhas publicitárias inacreditavelmente onerosas, para calar quem já os serviu. A lei do mais forte se faz valer em cada capítulo desta nova ditadura silenciosa que se instala de forma camuflada e criminosa em nossa nação.

A cada dia se armam com mais argumentos para fortalecer e tentar justificar as investidas contra nossa atividade. E como todos sabem, a velha fórmula da propaganda nazista ainda é muito utilizada: uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade incontestável.

E a mentira, na opinião da Pública, está na preocupação excessiva dos governantes com o perigo oferecido pelo teor de nossos cartazes, outdoors e VT’s. A mentira está na incoerência administrativa do país que se mostra demasiadamente preocupado com a comunicação social brasileira mas, ao mesmo tempo, permite e faz vista grossa para a chacina diária da violência urbana, do trânsito caótico e da fome que as bolsas de apoio ao comodismo ajudam a manter.

Mas o que ganham nos calando? Seria esta uma forma de tirar de cena os grandes anunciantes do país dando lugar a campanhas governamentais que apresentam benfeitorias, ordem e progresso, fazendo assim com que a propaganda nacional se torne cada vez mais estado-dependente? Será que a idéia é transformar veículos em manipuladores altamente controlados por quem teme o raciocínio e a liberdade intelectual de seu povo? Para nós, esta é a verdade, e a resposta a estas perguntas é curta e direta: sim!

O futuro de nosso ofício, mais do que nunca está em nossas mãos. É preciso agir, com toda a força e voracidade que nossa capacidade permite. Se ficarmos omissos, a fogueira em praça pública será acesa e o combustível utilizado para alimentar as chamas da tirania será a liberdade de expressão, reduzindo em cinzas toda essa rica história da versátil e talentosa propaganda brasileira.

Chegou a hora de agir. Chegou a hora de tornar pública a nossa insatisfação.

Esse é o nosso recado para todos aqueles que desejam silenciar a voz da criatividade, da ousadia e da livre escolha que todo ser humano deve ter.

Pública Comunicação.

A favor do que os cínicos são contra.

Criar não custa nada

Chega o briefing e pau na máquina. É hora de botar a cachola pra funcionar. Sofrimento, agonia, pressão e desespero. Tudo num único job pra que façamos um bom trabalho e tenhamos mais um mês de emprego garantido. No meio de tudo isso, brigas mortais, inimizades que durarão a vida inteira, inveja, dúvidas existenciais e auto-avaliações sobre potencial e criatividade. Alguns desistem, partem pra outro ramo onde o coração não seja tão exigido. A empreitada não é fácil, de jeito nenhum. Tem sempre uma criatura adorável que chega nos 45 do segundo tempo e diz que o nosso gol é do outro lado, bem na hora em que a torcida já está de pé, pronta pra gritar gol. È de pensar em suicídio, ou homicídio. Mas a morte não resolve nesses casos, pois o cliente, querido cliente, não aceita desculpas por atrasos ou erros. Se você fingir que morreu, ele te acha no inferno, ou no céu (aposto uma caixa de Kronenbier* que não tem um colega de profissão lá) e te obriga a aumentar o logo, a fonte e trocar a disposição dos elementos. Básico. E, de tão puto e ignorante, nem o tinhoso se intromete, assiste a tudo de camarote bem quietinho. Voltando ao trampo, ao final de cada dia você vai pra casa repensando sua lista negra, trocando a ordem e os requintes de crueldade planejados. O atendimento que estava na ponta da fila, ganha mais alguns dias de vida por ter conseguido esticar o prazo por mais uma semana. Já o mídia, assinou a própria sentença ao dar uma idéia totalmente pobre que, pasmem, o diretor de criação, num momento de total desapego a qualquer princípio criativo, se encantou com a asneira proposta e resolveu começar tudo do zero novamente. Essa vai ser na agulhada, penso na hora. Enfim, depois de tudo pronto, pela décima vez, chega o grande dia. Layout embaixo do braço, a cara e a coragem do atendimento e o semblante abatido de toda a equipe. As horas custam a passar, os ânimos ainda estão exaltados e as relações desgastadas. O clima é tenso e ninguém arrisca um comentário, uma piadinha pra quebrar o gelo. Quando todos estão envolvidos por um marasmo atípico da agência, os mensageiros de guerra retornam ao abrigo. De orelhas em pé, todos olhamos para o atendimento cabisbaixo, tentando nos enganar, como se não soubéssemos da resposta. O olhar do atendimento é uma das coisas mais previsíveis e conclusivas na comunicação. Ele é o reflexo da reunião. Então, é dito em tom baixo e sem vida: “o cliente gostou da idéia, mas disse que só vai mexer com propaganda no ano que vem”. Nem todos os palavrões do mundo podem traduzir o sentimento de cada um na agência neste momento. A lista passa então a ter um único nome, o do cliente. E a nós, só resta lamentar e esperar por um novo job, com um briefing pobre, uma verba anoréxica e muitos passos no escuro.

*Só pra fazer média com a lei seca.




















Cliente | Marmoraria K2
Peça | Anúncio Revista

Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
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Agência | Lumen













Cliente | Construtora Global
Peça | Anúncio Revista

Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
Onde | Maringá | PR | Brasil
Agência | Lumen



















Cliente | Marmoraria K2
Peça | Anúncio Revista

Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
Onde | Maringá | PR | Brasil
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Cliente | Construtora Global
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Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
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Cliente | Empresas Mais
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Direção de arte | Alexandre Fernando
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Direção de arte | Alexandre Fernando
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Cliente | Empresas Mais
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Redação | Rafael Pereira
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Cliente | Grupo Toni Segurança
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Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
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Agência | Lumen

Sobre Propaganda

*Boas Intenções

O mercado é um mundo repleto de boas intenções. Isso não se pode negar. Porém, as boas intenções estão geralmente direcionadas para um lugar em comum: o próprio umbigo das empresas. Infelizmente isso é o que mais se vê todos os dias, em todo lugar.

Não que isso seja errado ou fora do normal, mas com a busca incessante por novos e fiéis consumidores, a comunicação de muitas marcas tem sido prejudicada por uma desgastante falácia acerca de seus próprios produtos de maneira pobre e crua. Centenas de anúncios nos atingem diariamente com variações de um mesmo tema sem sair do tom. Uma constante que despeja sobre a grande massa mensagens que a cada dia se tornam ainda mais parecidas. O estereótipo “vejam meu produto, ele é bom, comprem!” é cada dia mais trabalhado e visado pelos responsáveis por comunicar a todos as vantagens de cada marca. Nossa equipe não compartilha de tal postura. Acreditamos na comunicação humanizada, onde as marcas mostram seu poder de contribuição mais rico e amplo. Falar de características de produtos pode ser necessário em alguns momentos, mas nunca deve ser considerada uma regra imprescindível. As pessoas devem enxergar uma idéia proposta pela marca, uma proposta de conduta, atitude, etc. Dessa forma, trabalhamos com conceitos e posturas de branding, onde o mais importante é estabelecer uma relação sincera e calorosa com cada consumidor. Assim construímos marcas fortes o bastante para serem consumidas por hábito e não por meros impulsos repentinos.




















Cliente | Construtora Global
Peça | Anúncio Revista

Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Alexandre Fernando
Onde | Maringá | PR | Brasil
Agência | Lumen

Sobre Propaganda

* Estímulo e Resposta

É assim que se deve trabalhar com propaganda. A comunicação tem que estimular o público utilizando os sentidos e anseios comuns a todos nós. Para ser eficiente, a mensagem publicitária precisa de uma boa carga emocional. É um show que nunca pode se repetir, um espetáculo que precisa diariamente da atenção e da confiança de seu público. Estimular para vender a idéia. Essa é a idéia. Nunca se prenda aos benefícios óbvios que seu serviço ou produto podem proporcionar ao consumidor. Isto não vende mais, não é atrativo. Sabão em pó limpa, com certeza. Mas o que mais ele pode fazer pelas pessoas? Questione, divague e procure entender a essência de sua marca no mercado. Quando for anunciar, pense no implícito, no valor que o consumidor pode dar ao seu produto inconscientemente. Tenha certeza de que o maior valor de seu produto está na cabeça de cada consumidor e não dentro da própria embalagem.

Sobre Propaganda

* Comunicação no Varejo

Não há receita única para a comunicação eficaz no varejo. Temos exemplos de grandes potências varejistas nacionais e internacionais que obtiveram sucesso e ascensão com maneiras diferentes de se comunicar com seu público. Algumas delas investiram em trabalhos de branding, agregando valor ao nome da loja para transformá-lo em marca reconhecida e respeitada. Outras trabalharam constantemente o fator preço, fazendo dele o carro chefe de sua propaganda. Outros ainda direcionaram seus esforços no próprio Ponto de Venda, onde o público tem grande abertura para mensagens e ofertas. E há também quem una todas estas fórmulas em busca do crescimento na participação de mercado.

Tendo em mente a vasta lista de estratégias bem sucedidas que o mercado nos apresenta, fica claro que a escolha do melhor caminho a seguir depende da consistência de seu planejamento e da sintonia entre a boa comunicação e seu público alvo.

As ações de comunicação e marketing no varejo devem ser o reflexo do estudo isolado de cada caso. A mesma fórmula não obtém a mesma eficácia em contextos diferentes. Para se destacar no imenso mundo do varejo, é preciso fugir do lugar comum, não tomar como regra geral os referenciais de mercado e procurar sempre agregar valor aos seus próprios diferenciais.















Cliente | Instituto do Rim de Maringá
Peça | Outdoor

Redação | Rafael Pereira
Direção de arte | Pit Ramos
Onde | Maringá | PR | Brasil
Agência |
Lumen

Cliente | Eletrofio
Peça | VT 30 Segundos
Título | Mudanças
Roteiro | Rafael Pereira
Produtora | PRÓ VT
Onde | Maringá | PR | Brasil
Agência | Lumen

Sobre Propaganda

*A Propaganda brasileira e sua força

Se existe uma coisa que nos acompanha e nos influencia desde a infância, com certeza é a propaganda. Cada um carrega na memória comerciais que marcaram época e se confundiram com a nossa própria história ao longo dos anos. A presença da propaganda é tão marcante que chamamos de bom-bril o que na verdade é palha de aço. Chamamos de Gilette todas as lâminas de barbear, sem nos preocupar com o sem número de marcas deste produto existentes no mercado. A propaganda mudou até a raça de um cão, que era Basset, agora é Cofap. Tudo isso não é mera coincidência ou capricho do acaso, pois a propaganda brasuca é considerada com muito mérito uma das mais criativas e versáteis do mundo. Nosso senso de humor, o jeito leve de encarar as coisas e a miscigenação de nosso povo resultam na cativante e irreverente propaganda 100% nacional. Todos nós temos as inesquecíveis guardadas lá no fundo da memória e, todos os anos, escolhemos mais algumas pra comentar em rodas de amigos ou no trabalho. A propaganda é, assim como o futebol, uma coisa que o brasileiro faz como ninguém e adora assistir pra comentar. Pense nisso e lembre-se de que a sua marca pode fazer parte da história de muita gente através da propaganda.

Sobre Propaganda

*Comunicar para vender

Por incrível que pareça, muita gente ainda não consegue enxergar a íntima relação existente entre o ato de comunicar e o de vender. Muitos ainda acreditam que produtos e serviços comunicam-se unicamente pelas suas próprias qualidades e se esquecem de que a propaganda dá fluxo ao mercado gerando rentabilidade e giro nos negócios. Comunicar é, antes de tudo, uma necessidade básica do ser humano que se estende para as suas atividades mais complexas proporcionando relacionamento e atividades de cunho coletivo. De certa forma, somos todos vendedores. Vendemos todos os dias a nossa imagem, nossas idéias e mais um punhado de “produtos” que colocamos à disposição daqueles que fazem parte do nosso dia a dia. Expressamos através de gestos, palavras, hábitos e atitudes tudo aquilo que somos, sentimos e pensamos. Assim como nós, as empresas vivem e sobrevivem através da comunicação, expandindo contatos e ambientes constantemente, na busca por novas oportunidades e horizontes ainda não explorados.

O que falta para alguns “não anunciantes” é perceber a nítida diferença existente entre os gastos desnecessários e os investimentos em comunicação planejada e comprometida com resultados.

Sobre Propaganda

*Briefing... Interrogar é preciso.

Todo início de trabalho de comunicação exige um briefing. Só o nome já causa arrepios em muitos anunciantes que insistem em fugir desta que parece ser a tarefa mais dolorosa pela qual já passaram nesta vida. Falar sobre o próprio negócio e explicitar tudo aquilo que a empresa tem de bom e de ruim pode se tornar, realmente, uma tarefa árdua e pouco atraente para quem quer simplesmente anunciar. Por isso, na fase do briefing (questionário pelo qual captamos as primeiras informações sobre cada cliente para iniciar o trabalho embasados num raciocínio lógico) é preciso que a agência formule as questões fundamentais e não perca tempo – tempo do cliente – com questões que poderiam ser esclarecidas através de pesquisas e visão de mercado. Quando for anunciar, procure responder o briefing, porém procure também analisá-lo verificando se as questões nele listadas são realmente condizentes com aquilo que pode colaborar com a comunicação eficaz de sua empresa.

Pense nisso e bons negócios.